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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

SEAAC: contribuindo para a educação e praticando cidadania

Há alguns anos o Seaac de Americana e Região, no mês de janeiro de cada ano antes do início das aulas, faz a distribuição de material escolar para os filhos e filhas de seus associados e associadas, afinal, a educação é uma preocupação constante no mundo do trabalho. Como um sindicato cidadão é nosso dever intervir nessas questões,  ampliando as possibilidades para os trabalhadores e trabalhadoras.
A escola é um ambiente facilitador que promove no indivíduo a descoberta de habilidades e o aprimoramento destas.  Ao garantir à qualidade de vida dos trabalhadores estaremos aproximando-os dos cuidados essenciais com os filhos e transformando para melhor a auto-estima e o nível de escolaridade das próximas gerações.
Desta maneira o Seaac de Americana e Região se preocupa em fornecer  uma boa parte do material exigido para a aplicação da educação nas escolas, pois,  entendemos que um país com justiça social só poderá ser construído através da educação de qualidade para todos, uma vez que cidadania começa a ser apreendida nos primeiros anos da vida escolar.
Em 2012 junto ao material escolar entregamos uma sacola reciclável que tem o intuito de substituir as sacolas plásticas dos supermercados que são inadequadas para o meio ambiente, além, é claro, de alguns itens que normalmente não podem faltar na lista de alunos e alunas.

“Estamos certos de estar contribuindo para que nossas crianças e adolescentes tenham um ótimo ano letivo enquanto se preparam para um futuro melhor”, afirmou a presidenta do SEAAC, Helena Ribeiro da Silva.

FEAAC/SEAACs apoiam movimento contra o trabalho voluntário na Copa do Mundo no Brasil

A Federação dos Empregados de Agentes Autônomos do Comércio (FEAAC) do Estado de São Paulo apoia o movimento lançado pela Associação Nacional dos Torcedores e Torcedoras (ANT) contra o trabalho voluntário durante a Copa do Mundo no Brasil.
Tanto a Fifa quanto CBF e os clubes esportivos são entidades que visam o lucro, possuindo patrocínios de empresas multinacionais que ganham (e muito) com a realização da Copa do Mundo. Sem esquecer de mencionar a venda de ingressos, os direitos de imagem cujo os valores contratuais são imensos e não divulgados e os salários milionários de atletas e técnicos, bancados pelos patrocinadores e pelas emissoras de televisão.
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