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terça-feira, 30 de maio de 2017

Centrais Sindicais decidem por nova greve geral em junho


As centrais sindicais aprovaram nesta segunda-feira (29) a realização de uma nova greve geral, contra as reformas e o governo Temer, no final de junho, em data a ser definida, mas que ficará entre os dias 26 e 30 do mês que vem. Embora alguns defendam 48 horas, o mais provável é que seja escolhido apenas um dia. A decisão deve sair na próxima segunda-feira (5), quando os dirigentes voltarão a se reunir, em São Paulo. Eles prometem um movimento mais amplo que o registrado em 28 de abril.

Aprovada pauta de reivindicações de escritórios de advogados

Helena Ribeiro da Silva, presidenta do SEAAC de Americana e Região fala aos empregados
Em assembleia realizada no final da tarde de ontem (29), na sede do SEAAC de Americana e Região, foi aprovada a pauta de reivindicações da categoria Escritórios de Advogados Autônomos. A data-base da categoria é 1º de agosto e, com a aprovação da pauta, prossegue a campanha salarial unificada com apresentação das reivindicações ao setor patronal.

Entre as principais cláusulas estão o pedido de reajuste salarial de 10%; piso de R$ 1.650,00; jornada de digitador de 6 horas diárias, sendo no máximo 5 horas com exposição ao terminal de vídeo; auxílio-refeição de R$ 30,00 unitários em número de 22 unidades/mês; vale-alimentação de R$ 450,00 e Participação nos Lucros e Resultados de R$ 500,00 no exercício 2017.


A presidenta do SEAAC de Americana e Região, Helena Ribeiro da Silva, disse que está confiante no bom andamento das negociações e no fechamento de um Acordo Coletivo que satisfaça os empregados. “A situação do país está complicada. Mas não podemos ficar lamentando. Temos que trabalhar em benefício dos nossos representados. A missão dos sindicatos é esta: lutar pela manutenção de direitos e ampliação de benefícios”.

Segurado terá que contribuir mais para ter auxílios do INSS

Para aumentar a carência nos auxílios por incapacidade do INSS e convencer os deputados federais, o Governo disse que a despesa com auxílio-doença atingiu R$ 23,2 bilhões em 2015, quase o dobro do gasto em 2005 (R$ 12,5 bilhões), e do total de beneficiários, cerca de 530 mil estão recebendo o auxílio há mais de dois anos sem revisão.

Com relação à aposentadoria por invalidez, os gastos quase triplicaram na última década, passando de R$ 15,2 bilhões em 2005 para R$ 44,5 bilhões em 2015, mas a quantidade de beneficiários subiu 17,4% (de 2,9 milhões para 3,4 milhões).

Tudo isso foi analisado pelo  Plenário da Câmara dos Deputados, que  aprovou na última quarta-feira, a Medida Provisória 767/17, que aumenta as carências para concessão do auxílio-doença, da aposentadoria por invalidez e do salário-maternidade no caso de o segurado perder essa condição junto ao Regime Geral da Previdência Social (RGPS) e retomá-la posteriormente. A matéria será enviada agora ao Senado.
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