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sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Considerações sobre a liderança feminina


Sergio Savian
Segundo um levantamento da Catho Online, 21,43% dos cargos mais elevados nas empresas já são ocupados hoje por mulheres. Sem dúvida elas vêm conquistando cada vez mais posições de comando e liderança. Isto se deve ao fato delas estarem melhor preparadas para esta tarefa.

Nas grandes universidades, como a USP, por exemplo, praticamente 50% dos alunos já são do sexo feminino. Elas não medem esforços ao se dedicarem à sua formação, além de misturarem criatividade e bom senso, características que bem dosadas, definem um ótimo comando.

As empresas que têm uma mentalidade mais sintonizada com o século vinte e um perceberam que não bastam resultados objetivos, mas é importante que os envolvidos no processo produtivo tenham também qualidade de vida. Todos, clientes, funcionários, fornecedores, parceiros, querem ser reconhecidos e bem tratados. E as mulheres são boas nisto. Elas têm mais sensibilidade para as necessidades do momento e por isto destacam-se cada vez mais no mundo corporativo...

Expectativa de vida muda cálculo de aposentadorias e beneficia segurados com mais de 50 anos


Agência Brasil
Brasília - O Ministério da Previdência Social divulgou a nova tabela do fator previdenciário que será usada para o cálculo das futuras aposentadorias por tempo de contribuição. Os índices foram alterados com base na expectativa de vida do brasileiro, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O ministério esclarece que a nova tabela será usada apenas nos novos pedidos de aposentadorias. Os benefícios antigos não serão alterados.


A expectativa de vida ao nascer no país subiu de 73,8 anos, em 2010, para 74,1 anos, em 2011, conforme o IBGE. No entanto, o ministério informa que as projeções do IBGE revelaram que, na faixa etária de 52 até 80 anos, "a expectativa de sobrevida caiu, o que vai beneficiar os segurados." Isso porque a expectativa de sobrevida do segurado é levada em conta no cálculo do fator  previdenciário, assim como a idade do segurado e o tempo de contribuição.



Cresce número de mulheres em idade fértil que deixam de ter filho


Em linha com a queda da fecundidade no país, cresceu o número de mulheres em idade reprodutiva que não tiveram filhos. Na faixa de 25 a 29 anos, o percentual passou de 31% das mulheres desses grupo para 40,8%, um aumento de quase dez pontos percentuais de 2001 para 2011, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Na faixa etária de 30 a 34 anos, as mulheres sem filhos representavam 18,3% em 2001. O percentual aumentou para 25,6% em 2011. Em todos os grupos de idade reprodutiva (dos 15 aos 49 anos anos), também cresceu o número de mulheres que não foram mães. Os números só consideram filhos nascidos vivos. Ou seja, uma gravidez interrompida não é levada em conta.

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