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quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

CNTC debate a crise econômica mundial

Helena Ribeiro da Silva, presidenta do SEAAC, participou dia 2/12 em Brasília, na CNTC da palestra proferida por Clóvis Scherer, economista, supervisor técnico do escritório do Dieese, que discursou sobre a crise econômica no mundo e como ela afeta o País. O presidente da FEAAC, Lourival Figueiredo Melo, que é também diretor da CNTC, acompanhou a palestra e destacou a sua importância: “Debates como este auxiliam os dirigentes sindicais de todo o País a formularem estratégias para lutar pelo combate à crise sem perder de vista a luta pelo crescimento da renda e dos empregos dos trabalhadores”.
Fonte/Foto: Feaac

Trabalhadores marcham pela 5ª vez em Brasília, pela defesa de seus direitos!

Cerca de 35 mil trabalhadores e líderes sindicais de todo o país, entre eles representantes do SEAAC AM, participam do ato convocado pelas Centrais na frente ao Congresso Nacional, em defesa do emprego, garantia de renda e por medidas que defendam os trabalhadores dos efeitos da crise financeira internacional, na manhã de 3/12.

Nem mesmo a forte chuva, que caiu nem Brasília por volta das 10h15, desanimou os manifestantes. Eles continuaram o percurso, carregando bandeiras, portando adesivos, cantando slogans e levando faixas com frases alusivas ao lema da 5ª Marcha, que é “Desenvolvimento com valorização do trabalho”. Em todos os materiais, a mensagem de que os trabalhadores não vão pagar pela crise criada pela especulação.
Veja matérias da Força Sindical: : materia 1 - matéria 2

Trabalho Doméstico na pauta da OIT

A questão do trabalho doméstico ganha cada vez mais importância na agenda da Organização Internacional do Trabalho - OIT e o tema poderá evoluir para a adoção de uma Convenção específica para regular as relações de trabalho neste setor. O assunto será discutido na Conferência Internacional do Trabalho, principal evento da OIT, em 2010.

Segundo dados apresentados pela OIT, na América Latina as trabalhadoras domésticas representam 16% da ocupação feminina, enquanto no Brasil este percentual chega a 21%. Estas mulheres geralmente são negras, indígenas ou migrantes e estão sujeitas a dupla ou tripla vulnerabilidade. É impossível falar em trabalho decente sem levar em conta a situação do trabalho doméstico.
Fonte: OIT Brasil
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