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quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Americana participa da Campanha “16 Dias de Ativismo pelo fim da Violência Contra a Mulher”


O Conselho Municipal dos Direitos da Mulher (CMDM) e o Centro de Referência da Mulher de Americana (CRMA), com apoio da Secretaria de Promoção Social, vão realizar diversas atividades visando a divulgação da Campanha “16 Dias de Ativismo pelo fim da Violência Contra a Mulher”. Criada pelo Centro Global para a Liderança da Mulher, em1991, acampanha tem o objetivo de promover a discussão da política de enfrentamento à violência contra as mulheres e direitos humanos.

“O CMDM sempre faz ações nesta data, mas o trabalho de enfrentamento é permanente, acompanhado pelo Conselho e executado pelo Centro de Referência da Mulher. Em geral, a procura pelos atendimentos aumenta porque há maior divulgação e acesso às informações. Em média, são realizados 80 boletins de ocorrência por mês na Delegacia da Mulher. O Disque 180 também pode ser acionado”, disse a presidenta do CMDM, Léa Amábile.

Nos 16 Dias de Ativismo, SPM intensifica campanha “Compromisso e Atitude pela Lei Maria da Penha – A Lei é mais forte”


 

A campanha “Compromisso e Atitude pela Lei Maria da Penha – A Lei é mais forte” mobiliza, nos meses de novembro e dezembro, o país. O objetivo é unir e fortalecer os esforços em favor da celeridade nos julgamentos dos casos de violência contra as mulheres em programação coordenada pela Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR). A campanha reúne o Ministério da Justiça, Poder Judiciário, Ministério Público e Defensoria Pública.

“Nosso objetivo é sensibilizar o sistema de justiça ao longo de novembro e meados de dezembro, meses em que há uma sensibilização internacional para a eliminação da violência contra as mulheres impulsionada pela campanha de 16 Dias de Ativismo”, explica a secretária nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, da SPM, Aparecida Gonçalves.

Diminuem as desigualdades entre negros e não negros no mercado de trabalho


Embora os trabalhadores negros ainda tenham, na média, salários mais baixos do que os da população não negra, as diferenças, tanto de rendimento quanto de participação no mercado de trabalho, estão diminuindo, segundo levantamento apresentado nesta terça (13/11) pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Fundação Seade).

O estudo foi feito com base na Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) da própria fundação e do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

Em 2011, o rendimento dos negros correspondia a 61% do valor recebido pelos brancos, nos 39 municípios da região metropolitana de São Paulo. Em 2002, essa proporção era inferior, 54,6%. Enquanto os negros ganhavam, em 2011, o valor médio de R$ 6,28 por hora, os não negros recebiam R$ 10,30.

A diferença entre as taxas de desemprego de negros e não negros diminuiu nos últimos anos, embora a do primeiro segmento ainda supere a do segundo, em 2011 (12,2% e 9,6%, respectivamente). Essa diferença, de 2,6 pontos percentuais, correspondia a 7,2 pontos percentuais em 2002.
Fonte: Agência Brasil
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