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terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

Seminário da FEAAC reuniu SEAAC's em Peruíbe

Helena, Vagney (Santo André), Lourival e os advogados Fábio e Marcos
A FEAAC (Federação dos Empregados de Agentes Autônomos do Comércio do Estado de São Paulo) realizou no sábado e domingo (dias 23 e 24), na Colônia de Férias, em Peruíbe, o Seminário “Em busca de transformação”.  O evento contou com a presença da diretoria e assessoria dos SEAAC’s de Americana, Araçatuba, Araraquara, Campinas, Marília, Santo André, Santos, São José dos Campos, Sorocaba e Taubaté.

Distribuído por temas, o Seminário debateu e deliberou a respeito das negociações coletivas que estão no aguardo de mediação ou foram para dissídio; forma de negociações das Convenções Coletivas 2019/2020 de todas as categorias; definição de novas cláusulas que serão levadas à negociação; padronização de atendimento aos trabalhadores e definição de ações conjuntas para enfrentar o momento atual do movimento sindical.

vvv Conduzido pelo presidente da FEAAC, Lourival Figueiredo Melo, o evento deu oportunidade de manifestação à todos os presentes e direito à voto ao presidente do Sindicato. “O movimento sindical atravessa um momento difícil onde é preciso pensar nas ações presentes e futuras como forma de garantir a existência das entidades em condições de representar dignamente todas as categorias. Quem não refletir, não entender o momento e não buscar transformação estará fadado ao fracasso”, avaliou o presidente.

A presidenta de Americana, Helena Ribeiro da Silva, após diversas discussões com sua diretoria e assessoria encaminhou propostas antecipadamente e defendeu-as no Seminário. “É um evento importante e uma oportunidade de se buscar uma unificação de atos e atitudes, além de definir uma forma clara de procedimentos. Nossa equipe está fechada e preparada para enfrentar as adversidades do momento, acreditando que isto nos fortalecerá na luta pelos trabalhadores. Hoje a situação é complicada. Os sindicatos sérios e comprometidos foram  jogados numa vala comum, com aqueles que não estão nem aí. Mas precisamos mostrar as diferenças para o trabalhador, para a sociedade e garantir os direitos básicos daqueles que representamos”, comentou Helena.

Luciano Domiciano (assessoria de imprensa, 25 de fevereiro de 2019)

Previdência de Bolsonaro produzirá massa miserável, avalia economista

Fonte: Carta Capital
A Reforma da Previdência ganhou um nome pomposo e marqueteiro sob a caneta de Bolsonaro: Nova Previdência. A missão alardeada pelo governo parece ainda mais nobre, acabar com os privilégios e cobrar mais de quem ganha mais. Mas o texto enviado ao Congresso mostra pouco disso. 

Embora corrija certas distorções entre o regime geral e o próprio (dos servidores públicos), as regras ficaram ainda mais duras para os mais pobres. Para se aposentar com 100% da média salarial, será preciso contribuir por 40 anos. A idade mínima subiu e afeta principalmente as mulheres. Também foram cortadas pensão por morte e aposentadoria por invalidez. 

Para o economista Eduardo Fagnani, professor da Unicamp e pesquisador do Centro de Estudos Sindicais e do Trabalho (Cesit), essas mudanças criarão uma massa de miseráveis nas próximas décadas. “Poucos vão conseguir comprovar a idade mínima e o tempo de contribuição. E serão jogados para assistência.” 

Um dos pontos mais críticos é o corte no benefício de prestação continuada. Pelas novas regras, os idosos pobres só teriam direito ao salário mínimo a partir dos 70 anos. “No caso dessa população, é muito difícil que eles cheguem aos 70 anos. Haverá uma sobrevida muito curta”, diz.

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