Muitas pessoas costumam ficar espantadas quando a gente faz essa pergunta e a gente nem deveria estranhar que a resposta da grande maioria seja “não tem nada a ver, cada um cuida da sua vida profissional – e pessoal – com base naquilo que crê”. “Porque não tem nada a ver?”, a gente poderia insistir na pergunta e daí poderia ouvir como resposta o ditado popular “religião, futebol e política não se discute”, pois, como vivemos em comunidade, temos que ter respeito às diversidades e preferências de cada membro do grupo.
Para mim parece válido aceitar o que diz o ditado e a postura das pessoas que querem evitar uma discussão para não ferir sentimentos das demais pessoas do grupo, “para não perder o amigo”, como dizemos. No entanto, uma resposta e reação simples, pronta e rápida talvez não signifique que o dito seja aplicável e verdadeiro.
Restringindo o meu foco e comentário somente à questão da religião eu diria que sim, quem tem uma religião poderia ter sua carreira altamente influenciada por ela. Tomando por base a maioria das religiões, em especial a cristã, como exemplo, o que poderia ser aproveitável para sua vida profissional?

















































