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sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Há 20 anos em análise na Câmara, redução da jornada de trabalho aguarda votação

Fonte: Câmara dos Deputados
A Câmara dos Deputados analisa há exatos 20 anos uma proposta de emenda à Constituição (PEC 231/95) que reduz a carga horária de trabalho de 44 para 40 horas semanais em todo o País. A última redução ocorreu na Constituição de 1988, quando as horas trabalhadas passaram de 48 para 44 horas semanalmente.

Desde julho de 2009, a proposta já está pronta para o 1º turno de votação na Câmara, após ter sido aprovada com o apoio de todas as centrais sindicais e em clima de festa na Comissão Especial da Jornada Máxima de Trabalho. Falta, no entanto, acordo para inclusão do texto na pauta do Plenário.

Em defesa da PEC, os sindicalistas citam estudo do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioecômicos (Dieese), segundo o qual uma redução de 4 horas criaria cerca de 3 milhões empregos e aumentaria apenas 1,99% os custos totais das empresas.


quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Jornada semanal de 40 horas vaiser discutida no Senado neste semestre

Fonte: Senado Federal
A Organização Internacional do Trabalho recomenda a redução da carga horária desde 1935 com objetivo de minimizar o desemprego no mundo, que, até 2018, deve atingir, segundo projeções, 215 milhões de pessoas, contingente superior à atual população brasileira . CCJ se prepara para discutir texto de Walter Pinheiro que diminui as atuais 44 horas estabelecidas em 1988 no país

Em algum momento, o Congresso brasileiro vai ter que enfrentar com afinco o debate sobre a redução da atual jornada de trabalho de 44 horas semanais. Bandeira da maioria das centrais sindicais de trabalhadores, a medida alinharia o país a uma tendência mundial. Até economias famosas pelo custo barato da mão de obra, como China e Indonésia, adotaram as 40 horas recomendas pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) na convenção de 1935.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Governo começa a discutir possibilidade de redução da jornada


O governo federal já começa a discutir a possibilidade de permitir a redução da jornada de trabalho do brasileiro para 40 horas por semana. Assunto considerado tabu até bem pouco tempo atrás, a redução da atual jornada de 44 horas semanais, como estipula desde 1988 a Constituição, passou a ser lembrada nos gabinetes de Brasília como "medida possível" de ser tomada até o fim do governo Dilma Rousseff, em 2014. A ideia é muito popular no mundo sindical.

Os dados do mercado de trabalho apontam para uma realidade mais próxima das 40 horas semanais do que o previsto na Constituição. "O brasileiro já está trabalhando menos, então uma mudança constitucional não provocaria a polêmica que causaria alguns anos atrás", disse ao “Estadão” uma fonte qualificada do governo federal.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Avança a luta pela Jornada de 40 horas


Foi positiva reunião de sindicalistas com o presidente da Câmara, Marco Maia (9/8). Ficou acertado a criação de uma comissão de deputados para negociar a votação da proposta de emenda à Constituição (PEC), que reduz a jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais.

Com a existência da comissão, que deve ser criada até o fim do mês, será necessária movimentação dos trabalhadores para exigir que a Câmara dos Deputados vote a redução. Será necessária muita pressão política pois, para conquistar os 308 votos para aprovação e isso demanda muita luta.

A comissão, além de ajudar na criação do clima político, será a mesa de negociação para a obttenção dos votos. As centrais têm consciência da complexidade da questão e estão dispostas a procurar saídas para sua viabilidade.
Blog do Paulinho

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Redução da Jornada: "Casa do Povo" recebe Trabalhadores com deferência

Foto: José Cruz ABr
Trabalhadores e Sindicalistas de todo o país participaram ontem (25/5) da manifestação em Brasília, para pressionar os parlamentares pela aprovação da PEC 231/95, que estabelece a redução da jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas, sem redução dos salários. O ato aconteceu no Salão Negro do Congresso Nacional e reuniu mais de 1 mil líderes sindicais, convocados pelas  Centrais CUT, Força Sindical, UGT, CTB, CGTB e NCST.

Os sindicalistas foram recebidos pelo presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS), que afirmou ser a Câmara a “Casa do Povo” e portanto deve receber os trabalhadores da mesma forma que recebe as autoridades, com toda a deferência. Marco Maia, que é sindicalista, reconheceu a importância das Centrais para o crescimento e desenvolvimento do Brasil. Ao considerar a aprovação do projeto uma tarefa difícil, o deputado se colocou à disposição das Centrais para avançar no processo.

Antes da realização do ato, na parte da manhã, os líderes sindicais se concentraram no Salão Verde, quando entregaram aos parlamentares documento destacando a importância da redução da jornada.

Para o presidente da Força Sindical e deputado federal, Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), as mobilizações serão realizadas de forma permanente até que o projeto seja aprovado.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Redução da Jornada: Movimento Sindical pressiona Congresso para votar

Trabalhadores EAA junto com a Força Sindical e demais Centrais, farão hoje uma mobilização no Salão Negro do Congresso Nacional pela urgência na tramitação e aprovação da PEC que trata da redução da jornada semanal de trabalho de 44 horas para 40 horas, sem redução salarial, um dos pontos prioritários da agenda do trabalhador.

A jornada normal de trabalho no Brasil é uma das maiores no mundo: 44 semanais desde 1988. A jornada total de trabalho é a soma da jornada normal de trabalho mais a hora extra. No Brasil, além da extensa jornada normal de trabalho, não há limite semanal, mensal ou anual para a execução de horas extras, o que torna a utilização de horas extras no país uma das mais altas no mundo. Logo, a soma de uma elevada jornada normal de trabalho e um alto número de horas extras faz com que o tempo total de trabalho no Brasil seja um dos mais extensos.


A "Carta aos Parlamentares em defesa da redução da jornada de trabalho sem redução de salários" está circulando hoje no Congresso Nacional

terça-feira, 24 de maio de 2011

Redução da Jornada: Sindicatos enviam suas delegações para participar da manifestação no Congresso

Dirigentes das centrais sindicais – Força Sindical, CTB, CGTB, NCST, UGT e CUT – vão se reunir hoje, às 15h45, com o presidente do Senado, José Sarney, para debater a redução da jornada de trabalho de 44h para 40h semanais.

Amanhã (25), às 14h, os dirigentes sindicais farão um grande ato, no Salão Negro do Congresso Nacional em prol da jornada semanal de 40h. A manifestação terá a presença do presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia, que é a favor da medida.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Redução da Jornada: Centrais vão se mobilizar dia 25 de maio

Dirigentes das centrais sindicais reuniram-se nesta segunda (9) em São Paulo para acertar detalhes de uma agenda comum de disputa no Legislativo. O encontro foi um desdobramento de audiência realizada com o presidente da Câmara, Marco Maia, na semana passada.

Um das decisões é de que haverá mobilização no Congresso, com a presença de dirigentes sindicais, para brigar pela redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais no próximo dia 25 de maio.

Antes dessa mobilização, as centrais voltam a se reunir para afinar o discurso entre ela para seis temas considerados prioritários: redução da jornada sem redução de salários, fim do fator previdenciário, regulamentação da convenção 151, ratificação da convenção 158 e a elaboração de uma legislação pelo fim das práticas antissindicais.
Ag. Diap

terça-feira, 15 de março de 2011

Jornada de Trabalho e Encargos

O senador Paulo Paim (PT-RS) defendeu em plenário a proposta de se reduzir a jornada de trabalho em troca da redução dos encargos sobre a folha de pagamento. "Se eu reduzo a jornada e reduzo os encargos sobre a folha, o custo para o empregador vai ser zero e nós teremos em torno de dois a três milhões de novos empregos", afirmou Paim, que enfatizou, porém, a necessidade de formação profissional qualificada no Brasil.
Ag Senado

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Redução da Jornada

Pelo menos 44% dos deputados que tomarão posse nesta terça-feira (1º/fev) apoiam a redução da jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais sem a diminuição de salário - bandeira histórica do movimento sindical. O levantamento foi realizado pelo Portal G1. Dos 414 parlamentares que participaram, 229 disseram "sim", 116, "não", e 69 não souberam responder.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Trabalhadores reivindicam Trabalho Decente


7 de Outubro
Dia Mundial pelo Trabalho Decente

“Eu quero agora, eu quero já, eu quero ver o meu salário aumentar” era a palavra de ordem dos manifestantes convocados pelos Centrais Força Sindical, CUT, CTB, Nova Central, CGTB e UGT, que tomaram as ruas do Centro de São Paulo em ato que marcou o Dia Mundial pelo Trabalho Decente, na manhã de 7/10.


A manifestação fez parte da 3ª Jornada Mundial pelo Trabalho Decente, data definida pela OIT (Organização Internacional do Trabalho) para que os trabalhadores e trabalhadoras de todos os países promovam atos em defesa de temas como emprego com carteira assinada, combate ao trabalho escravo e infantil, respeito à organização sindical e igualdade entre homens e mulheres.



É hora de todos se unirem para ampliar direitos, reduzir a jornada de trabalho sem redução de salário, combater a precarização e o trabalho infantil, garantir  igualdade de oportunidades e a valorização dos serviços públicos
Foto:Força Sindical

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Movimento Sindical luta pela Convenção 158 OIT

Ao lado da redução da jornada de trabalho, a aprovação da Convenção 158 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) é a principal bandeira do movimento sindical brasileiro. As centrais pressionam o Congresso para que a convenção seja aprovada, algo que dificilmente ocorrerá ainda neste ano.

A Convenção 158, que impede as empresas de demitirem seus funcionários sem justa causa, foi aprovada pela OIT em Genebra (Suíça) em 1982, mas o acordo foi rompido pelo governo brasileiro após o Decreto 2.100, de 1996, assinado pelo então presidente da República Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Primordialmente, a Convenção 158 visa atenuar a rotatividade no mercado de trabalho.
Ag.Diap

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Conclat reafirma união do movimento sindical

A ideia de unir o movimento sindical em uma grande assembleia, realizada no centro nervoso da economia nacional - o Estado de São Paulo -, repete-se, no dia 1º de junho. Quase trinta anos depois do primeiro encontro entre diferentes correntes sindicais, organizado na Praia Grande (SP) em 1981, cinco das seis centrais reconhecidas pelo governo realizam a Conferência Nacional da Classe Trabalhadora (Conclat) para mais de 30 mil trabalhadores, no Estádio do Pacaembu (SP). O encontro de 1981 unia sindicalistas pela recomposição salarial e pela democratização do país, que vivia sob regime militar. Se o ato dos anos 80 se sustentava pela crítica ao Estado, que arrochava salários e reprimia liberdades, a assembleia que ocorre na semana que vem está equilibrada justamente no contrário. O Estado, agora, é companheiro.

A assembleia tem como objetivo a aprovação, por parte dos trabalhadores, do documento "Agenda da classe trabalhadora", formulado pelas cinco centrais - CUT, Força Sindical, NCST, CTB e CGTB - e Dieese. As centrais requerem a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, o fim do fator previdenciário e a abertura de órgãos federais, como o Conselho de Política Monetária (Copom), à representantes dos trabalhadores e será entregue aos candidatos à presidência.
Força Sindical/Valor

quinta-feira, 13 de maio de 2010

A quantas anda: Redução da Jornada - Proposta aceita

Representantes das centrais sindicais, acompanhados pelos deputados Paulo Pereira da Silva (PDT/SP) e Dagoberto (PDT/MS) reuniram-se com o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB/SP) dia 11 de maio.
O grupo informou ao presidente que os sindicatos de trabalhadores concordaram com a proposta intermediária apresentada por Temer que poderia resultar em consenso a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 231/95.
A proposta em tramitação prevê a redução da carga semanal de trabalho de 44 para 40 horas semanais. Com discordância entre sindicalistas e empresários, o presidente da Câmara sugeriu a redução gradual da jornada: 43 horas semanais em 2011 e 42 em 2012.
Ag.Diap

terça-feira, 20 de abril de 2010

Força comemora Dia do Trabalho

Este ano Força Sindical e CGTB vão realizar um ato unitário de 1º de Maio, em São Paulo, que terá como lema "Reduzir a Jornada e Ampliar Direitos". Além de reforçar as principais bandeiras de lutas dos trabalhadores brasileiros pela redução da jornada de trabalho, diminuição dos juros e o fim dos leilões no pré-sal, o evento também sorteará 18 automóveis zero quilômetro, um apartamento e terá shows gratuitos.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Redução da Jornada - Nova Manifestação

Amanhã as centrais sindicais realizam manifestação na Av. Paulista, em defesa das 40 horas semanais. Os trabalhadores intensificam ações para aprovar, na Câmara, o PEC 231/95, dos ex-deputados Inácio Arruda (PCdoB/CE) e Paulo Paim (PT/RS), que altera da jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas, sem redução de salário.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Redução da Jornada - Trabalhador nas ruas

Maio - mês internacional do trabalhador - terá dia nacional em defesa da diminuição da jornada de trabalho, com paralisações, atrasos de turno e mobilizações em todo País. Objetivo é forçar votação da PEC pela Câmara.

quarta-feira, 31 de março de 2010

1º de Maio

A Força Sindical e a CGTB lançaram na terça-feira (30), no Viaduto do Chá, o 1º de Maio de 2010, que será realizado em conjunto e terá como lema "Reduzir a jornada e ampliar direitos".O 1º de Maio será um dia de diversão e também de reflexão sobre os direitos dos trabalhadores e de suas bandeiras de luta, como a redução da jornada semanal de trabalho para 40 horas", disse João Carlos Gonçalves, Juruna, secretário-geral da Força Sindical, que comandou o lançamento.

Redução da Jornada

Os trabalhadores do setor privado com carteira assinada serão diretamente beneficiados pela eventual redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, segundo estudo realizado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT). Pesquisa divulgada mostra que 58,6% dessas pessoas trabalham mais de 40 horas por semana.
ABr

quarta-feira, 17 de março de 2010

Redução da Jornada é uma "guerra"

Força Sindical é obrigada a enfrentar a Confederação Nacional da Indústria -CNI, para defender a redução da jornada de trabalho. É uma guerra declarada. A Força Sindical pretende patrocinar sindicalistas para acampamento na Esplanada dos Ministérios em Brasília, para acompanhar a votação no Congresso, por tempo indeterminado. "Se os deputados sepultarem a redução da jornada, vamos sepultar várias candidaturas", diz anúncio na página da Força na internet. Os sindicalistas prometem responder ao movimento dos empresários e aumentar a mobilização para que a proposta seja aprovada no Congresso Nacional.
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