quarta-feira, 30 de junho de 2021

INSS inicia pagamento de segunda parcela do 13º salário a aposentados


Fonte: Ag Brasil
O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) iniciou o pagamento da segunda parcela do 13º salário de aposentados e pensionistas. Até 7 de julho, o instituto conclui o pagamento para cerca de 31 milhões de segurados. A data do depósito é de acordo com o número final do benefício (começa pelo 1), sem levar em conta o dígito verificador.

O pagamento é feito em duas parcelas. A primeira, correspondente a 50% do benefício devido no mês de maio de 2021, foi paga com os benefícios dessa competência – de 25 de maio a 8 de junho. A segunda parcela está sendo paga junto com os benefícios da competência do mês de junho de 2021 – de 24 de junho a 7 de julho. Normalmente, o pagamento ocorre nas competências de agosto e novembro.

Quem passou a receber o benefício depois de janeiro, terá o valor será calculado proporcionalmente.

terça-feira, 29 de junho de 2021

As mulheres de Bolsonaro!

Fique esperto e colabore!

De olho em uma vaga no ensino superior?

Pandemia ainda provoca impactos no mercado de trabalho, diz Ipea


Fonte: Ag Brasil
Imagem: Marcelo Camargo/AgBR
A melhora da atividade econômica e o crescimento da população ocupada não foram suficientes para reduzir o impacto provocado pela pandemia da covid-19 no mercado de trabalho, que segue com alta no desemprego, subocupação e desalento. A avaliação faz parte da análise do desempenho recente do mercado de trabalho e perspectivas para 2021 apresentado, hoje (28), pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), em março, o estudo mostra que a taxa de desocupação ficou em 15,1%, o que representa 2,3 pontos percentuais acima do resultado do mesmo período do ano anterior. O crescimento do contingente de desalentados também indica que o mercado de trabalho não se recuperou. Nos últimos 12 meses, o número de pessoas com idade de trabalhar que estavam fora da força de trabalho por conta do desalento avançou de 4,8 milhões para quase 6 milhões, uma alta de 25%.

segunda-feira, 28 de junho de 2021

Não sei de nada!

Avanços em 10 anos de uniões homoafetivas no Brasil

Brasil ignora contatos da ONU para participar de fórum sobre desigualdade de gênero


Fonte/imagem: Jornal Todo Dia
Integrantes da cúpula da ONU Mulheres, incluindo a diretora-executiva do órgão, Phumzile Mlambo-Ngucka, afirmou que o governo brasileiro não demonstrou interesse em participar do fórum internacional que estabelecerá uma agenda de combate à desigualdade de gênero para os próximos cinco anos. 

"Estamos em contato com o governo, mas não tivemos muito sucesso. Apesar disso, estamos abertos caso eles queiram negociar a participação", disse Mlambo-Ngucka. "Embora o governo não esteja presente, a iniciativa privada e a sociedade civil vão representar o Brasil."

A diretora-executiva falou a jornalistas durante conferência sobre o fórum Generation Equality, que acontecerá entre 30 de junho e 2 de julho, em Paris, com transmissão pela internet.

De acordo com a organização do evento, o Brasil foi contatado pela França e informado sobre como participar institucionalmente do fórum. Para isso, seria necessário que as autoridades brasileiras se dispusessem a fazer um compromisso relacionado às discussões do fórum.

O Canadá, por exemplo, comprometeu-se a investir R$ 10 milhões num fundo da ONU de combate à violência contra a mulher. O México, por sua vez, prometeu lançar um programa para fomentar o estabelecimento de creches e subsídios que diminuam a "crise do cuidado" agravada pela pandemia.

O evento reunirá chefes de Estado e de governo, órgãos internacionais e representantes da iniciativa privada e da sociedade civil para firmar acordos concretos para o cumprimento da chamada ODS 5, o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável de Igualdade de Gênero estabelecido pela ONU em 2015. O programa é parte de uma lista de 17 metas globais que compõem a agenda internacional até 2030, adotada por todos os membros da ONU, inclusive o Brasil. "Agora nós temos que criar um plano técnico, muito mais específico, para executar o que está na ODS", disse a diretora-executiva. A primeira etapa do evento foi realizada no México, em março, à qual o Brasil também não compareceu.

De acordo com a secretária-geral da etapa mexicana do fórum, a diplomata Yanerit Morgan, o governo brasileiro não demonstrou interesse em participar do lançamento de nenhuma das ações, divididas em seis eixos: violência contra a mulher, direitos sexuais e reprodutivos, justiça econômica, ação climática e gênero, tecnologia e inclusão e fomento a lideranças e movimentos feministas.

"A petição para a participação estava aberta a todos os Estados membros da ONU. É um acordo com Estados que estejam comprometidos com os objetivos do fórum. Então, os participantes no México foram aqueles que estavam realmente compromissados com o objetivo", afirmou a secretária-geral.

"No caso do Brasil, nós não recebemos nenhum tipo de interesse em participar pelas razões que nós sabemos: os objetivos de política pública não são os mesmos no momento." No dia 8 de março, por exemplo, o Brasil se aliou a nações como Polônia, Hungria e Arábia Saudita e se recusou a assinar um compromisso mundial em defesa da saúde feminina, por conter referências a "saúde sexual e reprodutiva".

Ao fórum esnobado pelo Brasil comparecerão os presidentes de França, México, Argentina, Chile, África do Sul, Quênia, República Democrática do Congo e Tunísia, além da primeira-ministra alemã, Angela Merkel, e dos premiês de Canadá, Espanha e de quase todos os países escandinavos.

sexta-feira, 25 de junho de 2021

Pandemia mudou a relação dos brasileiros com tecnologias bancárias


Fonte: Ag. Brasil
Imagem: Ascom Mcom
Posso fazer um pix? Posso transferir pelo celular? As perguntas, cada vez mais comuns, entre as pessoas e as empresas, mostram o que o uso das tecnologias bancárias têm se tornado cada comum, até por quem não confia muito nas transações bancárias pelo celular. 

Impulsionado pela pandemia da covid-19 e as medidas de isolamento social, iniciadas em março do ano passado, o uso do celular é o canal favorito dos brasileiros para pagar contas, fazer transferências, contratar crédito e as demais operações bancárias entre outras ações.

No ano passado, pela primeira vez, as transações realizadas no mobile banking - os aplicativos bancários - representaram mais da metade (51)% do total das operações feitas no país, revela a Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2021 (ano-base 2020), divulgada hoje (24) no Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras (CIAB) realizada pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) 2021.

O número de transações feitas pelo celular chegou a 52,9 bilhões, ante 37 bilhões no ano anterior. Em todos os canais bancários (celular, internet, maquininhas, agências, caixas eletrônicos, correspondentes bancários e contact centers), o total das operações feitas pelos clientes chegou a 103,5 bilhões, um crescimento de 20% - o maior dos últimos anos do estudo, realizado pela Deloitte.

Juntos, os canais digitais (internet banking e mobile banking) concentram 67% de todas as transações (68,7 bilhões) e são responsáveis por 8 em cada 10 pagamentos de contas, e por 9 em cada 10 contratações de crédito. Entre os 21 bancos que participaram do levantamento, 8 responderam que foram abertas 7,6 milhões de contas pelos canais digitais, uma alta de 90% ante 2019.

A pesquisa também mostrou que um cenário de pandemia, os bancos continuam aumentando seus gastos com tecnologia bancária, totalizando R$ 25,7 bilhões no ano passado, um aumento de 8% em relação a 2018. E também revelou que 10% do orçamento de Tecnologia da informática é voltado para a cibersegurança, com o objetivo de garantir transações com total segurança para os brasileiros em seu dia a dia.

quarta-feira, 23 de junho de 2021

Pois é!

Novo aumento conta de luz

Veto presidencial

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Presidente da Anvisa apela à população que tome segunda dose da vacina


O diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra Torres, apelou às pessoas que já tomaram a primeira dose da vacina contra a covid-19 que, no momento indicado, tomem a segunda dose, completando o ciclo de imunização. 

Ao abrir a 12ª reunião da diretoria colegiada da agência, Torres também enfatizou a importância do uso de máscaras e das demais orientações das principais autoridades sanitárias mundiais, como o distanciamento social e a frequente e adequada higienização das mãos.

“As vacinas representam, neste momento, a medida farmacológica de maior comprovação, credibilidade e eficácia disponíveis no mercado em todo o mundo”, disse Torres, enfatizando a importância da segunda dose da vacina.

“Temos observado índices que apontam uma baixa procura pela segunda dose da vacina em alguns municípios, mesmo quando elas são disponibilizadas à população. Isso não é razoável. Não há nenhum sentido em [a pessoa] tomar uma dose da vacina e não se apresentar para tomar a segunda dose. Quem assim o faz está com uma proteção incompleta, insuficiente e inadequada”, alertou Torres.

“Reitero o posicionamento da Anvisa. Posicionamento irrevogável até o presente momento, em relação [à necessidade de] ao uso de máscaras, ao distanciamento social e às boas normas de higiene em termos gerais. A Anvisa se mantém atrelada aos princípios técnico-científicos que norteiam os trabalhos da casa”, disse Torres.

terça-feira, 22 de junho de 2021

Vacinação de 43 a 49 anos em Americana

Defenda seu organismo neste inverno!

"Sob Bolsonaro, conspiracionismo guia políticas públicas"


Fonte: DW Brasil
Teorias da conspiração, narrativas inventadas nas quais há sempre um inimigo tramando algo para dominar uma situação, acompanham Jair Bolsonaro há muito tempo como estratégia política. Com ele na Presidência da República e diante de uma pandemia mundial, tornaram-se também guia para políticas públicas. 

A conclusão é de um estudo liderado pela antropóloga Isabela Kalil, professora da Escola de Sociologia e Política de São Paulo e coordenadora do Observatório da Extrema Direita (OED Brasil), publicado no início de junho na revista científica Global Discourse, da Universidade de Bristol.

Os pesquisadores analisaram nove pronunciamentos oficiais de Bolsonaro em rádio e televisão, entrevistas e manifestações em redes sociais do presidente e de seu círculo próximo ao longo de 2020 e cruzaram o material com base de dados de três agências de checagem, em busca de teorias conspiratórias.

Uma narrativa adotada por Bolsonaro logo no início da pandemia foi a de que a covid-19 teria sido criada pela China como parte de um plano comunista para dominar o mundo. Para fazer isso, o presidente usou a "mesma estrutura" do medo do comunismo que pontua a sua carreira política há décadas, diz Kalil.

O presidente também adotou o discurso antivacina defendido pela extrema direita global, tema que vem acompanhado na esfera pública de diversas teorias da conspiração, como a de que os imunizantes poderiam inserir um chip 5G nas pessoas ou alterar o DNA de quem foi imunizado.

"Se tem conspiradores se mobilizando para dominar o mundo, essas pessoas são vistas como inimigas. Isso funciona muito bem para Bolsonaro, porque ele tende a usar metáforas bélicas para tudo e a entender a política como uma guerra", diz Kalil.

Isso acabou se refletindo, segundo a pesquisa, em decisões de governo sobre recusa de vacinas, promoção de remédios sem eficácia e incentivo à desinformação sobre a pandemia entre a população. "Na boca do presidente, essas teorias viram discurso de Estado e guiam políticas públicas", afirma a pesquisadora.

O ganho político para o presidente seria a promoção de caos, um cenário em que Bolsonaro "consegue se movimentar politicamente muito bem", aponta Kalil.

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