quinta-feira, 10 de junho de 2021

Trabalho infantil aumenta

Centrais mobilizam-se dia 18 de junho

Pois é.....

Inflação fica em 0,83% em maio, maior alta para o mês em 25 anos


Fonte: Ag Brasil
Imagem: Marcelo Camargo
A inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), ficou em 0,83% em maio deste ano. A taxa é superior ao 0,31% de abril e a maior para um mês de maio desde 1996 (1,22%), segundo dados divulgados hoje (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O IPCA acumula taxas de 3,22% no ano e 8,06% em 12 meses. 

Os nove grupos de produtos e serviços pesquisados apresentaram inflação em maio, com destaque para habitação (1,78%) e transportes (1,15%). 

Os itens que mais influenciaram esses grupos foram energia elétrica (5,37%), que passou para a bandeira tarifária vermelha patamar 1 no mês, e gasolina (2,87%). 

Outros grupos com taxa de inflação importantes foram saúde e cuidados pessoais (0,76%), alimentação e bebidas (0,44%) e artigos de residência (1,25%). Os demais grupos variaram entre 0,06% (educação) e 0,92% (vestuário).

segunda-feira, 7 de junho de 2021

Trabalhadores da Glovis aprovaram PPR de R$ 2.760,00

Votação e apuração na assembleia que aprovou PPR

Os trabalhadores da Glovis Brasil Logística, que operacionaliza na Hyundai, em Piracicaba, receberam na última sexta-feira R$ 1.900,00 referentes a primeira parcela do PPR 2021. A segunda parcela de R$ 860,00 será paga em 31 de janeiro de 2022, totalizando o valor de R$ 2.760,00 que o SEAAC de Americana e Região conseguiu negociar depois de várias reuniões com a empresa. 

“No ano passado os trabalhadores receberam R$ 2.325,00 de Programa de Participação nos Resultados (PPR). Este ano, apesar da Pandemia ainda estar aí, criando instabilidade econômica e muita incerteza, conseguimos reajustar o PPR em 18,70%. Claro que sempre queremos mais, mas a empresa chegou em uma proposta definitiva. Daí, entendemos que o valor conseguido era possível de ser levado a assembleia”, explicou a presidenta do SEAAC, Helena Ribeiro da Silva. 

Na assembleia realizada presencialmente, adotando-se todos os procedimentos de distanciamento, os trabalhadores aprovaram em votação secreta a proposta de R$ 2.760,00. “Em grupos de seis trabalhadores, mantendo distanciamento, assinavam a lista de presença, pegavam a cédula e votavam de forma reservada. Num momento como esse, o valor recebido é um alívio para os trabalhadores”, concluiu Helena. 

Luciano Domiciano (Assessoria de Imprensa, 07 de junho de 2021)

1050 vagas em 21 cursos

Teste do Pezinho

Novas regras do Zap

Como conquistas ambientais do Brasil estão ruindo sob Bolsonaro

Outrora considerado uma potência ambiental, o Brasil sofre com desmonte de suas políticas de conservação desde a ascensão de Jair Bolsonaro. Neste Dia Internacional do Meio Ambiente (05/06), o país não tem o que comemorar: relatos invasões e violência em unidades de conservação e terras indígenas dominam os noticiários; alertas de desmatamento registrados via satélite mostram alta de 41% no mês de maio em relação ao mesmo período de 2020. 

"Estamos indo na contramão de tudo o que foi construído pelo Brasil durante muitos anos. É muito difícil construir a solidez das politicas ambientais, preservar e implementar. Mas desmontar é muito rápido. E recuperar isso talvez seja um exercício hercúleo", afirma Thelma Krug, pesquisadora aposentada do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

Com a redemocratização, as últimas décadas foram marcadas pela criação e implementação de políticas ambientais no país que detém a maior floresta tropical do mundo e que, ao mesmo tempo, é um dos maiores produtores de commodities agrícolas.

"Todo o arcabouço ambiental foi criado pra valer após Constituição. Da Política Nacional de Recursos Hídricos ao licenciamento ambiental e Politica Nacional de Mudanças Climáticas”, diz Tasso Azevedo, coordenador do Sistema de Estimativa de Emissões de Gases de Efeito Estufa do Observatório do Clima (SEEG) e do Projeto de Mapeamento Anual da Cobertura e Uso do Solo no Brasil (MapBiomas).

Especialistas e pesquisadores ouvidos pela DW Brasil são unânimes: o movimento agora é no sentido contrário. "É a primeira vez que temos um período em que o governo age deliberadamente contra a agenda ambiental. Essa que essa é a novidade”, pontua Azevedo.


quinta-feira, 3 de junho de 2021

Brasileiros têm R$ 8 bilhões a receber de instituições financeiras


Fonte: Ag Brasil
Imagem: Marcello Casal/AgBR
Os brasileiros têm R$ 8 bilhões em recursos que devem ser devolvidos pelos bancos. Para que esse dinheiro chegue a quem tem direito, o Banco Central (BC) está desenvolvendo o Sistema de Informações de Valores a Receber (SVR), que permitirá a consulta de eventuais saldos nas instituições financeiras, para pessoas físicas e empresas, facilitando o processo de devolução. 

A expectativa do BC é de que o sistema entre em operação em dezembro, e que ofereça informações sobre saldo credor de contas encerradas, parcelas de empréstimo e tarifas cobradas indevidamente, recursos não procurados após encerramento de grupos de consórcio e cotas de capital a devolver em cooperativas de crédito, entre outros.

“Boa parte das pessoas desconhece ou não se lembra que possui esses direitos. Além disso, a perspectiva de recebimento de valores baixos pode não motivar as pessoas a procurarem as instituições financeiras com as quais mantém ou mantiveram relacionamento atrás de informações. O objetivo do Valores a Receber é justamente facilitar essa comunicação entre instituições e clientes”, afirmou o BC em nota, nessa terça-feira (1°).

Segundo o BC, os dados do novo sistema englobarão informações relativas a: contas de depósitos em moeda nacional encerradas com saldo disponível; contas de pagamento pré-paga e pós-paga encerradas com saldo disponível; contas de registro mantidas por sociedades corretoras de títulos e valores mobiliários, por sociedades distribuidoras de títulos e valores mobiliários.

O sistema também terá informações sobre tarifas cobradas indevidamente, não devolvidas ou sujeitas à devolução em decorrência de formalização de compromissos com entidades e órgãos reguladores ou de fiscalização e controle; parcelas ou obrigações relativas a operações de crédito cobradas indevidamente, não devolvidas ou sujeitas à devolução em decorrência de formalização de compromissos com entidades e órgãos reguladores ou de fiscalização e controle; cotas de capital e rateio de sobras líquidas de beneficiários e participantes de cooperativas de crédito; recursos não procurados relativos a grupos de consórcio encerrados.

“Essas informações, de responsabilidade exclusiva das instituições remetentes, deverão ser encaminhadas mensalmente ao BC a partir de outubro, exceto no caso dos recursos não procurados relativos a grupos de consórcio, a serem realizadas de forma trimestral”, explicou o BC.
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