quinta-feira, 4 de novembro de 2021

Datas comemorativas e feriados de novembro de 2021



Fonte: Ag. Brasil
Dentro do calendário do Hoje é Dia, o mês de novembro é um dos que mais conta com feriados nacionais. O dia 2 de novembro é o dia para celebrar a memória das pessoas que nos deixaram. O chamado Dia de Finados é considerado feriado nacional no Brasil. Em 2021, o Dia de Finados cairá em uma terça-feira.

O outro feriado de abrangência nacional do mês de novembro de 2021 cai em uma segunda-feira. É o Dia da Proclamação da República. A data serve para relembrar a promulgação do Decreto I, de 15 de novembro de 1889, e o início da República no país. 

Além dos dois feriados nacionais, o mês de novembro tem feriados de abrangência regional. Um deles é uma homenagem a Zumbi dos Palmares. Trata-se do Dia da Consciência Negra, data que também serve de reflexão para a população, no dia 20 de novembro. Algumas cidades (como São Paulo e todas do estado do Rio de Janeiro) consideram a data um feriado. Em 30 de novembro, é celebrado o Dia do Evangélico. No Distrito Federal, a data é considerada feriado.

Para além das folgas, novembro também tem o Dia Nacional da Ciência e Cultura Brasileira (data instituída em 1970) e o Dia Nacional da Língua Portuguesa (instituído em 2006) no dia 5 de novembro, em homenagem ao escritor brasileiro Ruy Barbosa, que nasceu em 5 de novembro de 1849 e foi um notável orador e estudioso da língua portuguesa, além do Dia da Bandeira em 19 de novembro.

Dentre os acontecimentos históricos no mês, temos os 120 anos de nascimento da escritora Cecília Meireles no dia 7 de novembro, os 275 anos de nascimento de Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, no dia 12 de novembro e os 65 anos da conquista da segunda medalha de ouro de Adhemar Ferreira da Silva em Olimpíadas. As datas são alguns dos 117 fatos históricos, datas comemorativas e feriados selecionados pelo Projeto Efemérides, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

segunda-feira, 1 de novembro de 2021

Opinião: O "charlatão" Bolsonaro tem pouco a temer por enquanto


Fonte: DW/Thomas Milz
A CPI tenta imputar ao presidente de crimes contra a humanidade a charlatanismo. O relatório é devastador, mas é improvável que Bolsonaro seja efetivamente responsabilizado pelo desastre enquanto estiver no poder.

Mais de 600 mil brasileiros morreram na pandemia até agora. Apenas nos EUA o número de vítimas foi maior. Em seu relatório final apresentado na quarta-feira (20/10), a CPI da Pandemia acusa o presidente Jair Bolsonaro de dez crimes durante a execução das suas políticas sanitárias fracassadas. As acusações incluem charlatanismo, Infração de medida sanitária preventiva, incitação ao crime e crimes contra a humanidade.

Graves acusações também foram apresentas contra 65 outras pessoas, incluindo três filhos do presidente, quatro ministros e duas empresas.

O presidente Bolsonaro reagiu da mesma maneira de sempre. "Nada produziram a não ser o ódio e o rancor", disse o presidente em um evento que aconteceu paralelamente à leitura do relatório. Mais uma vez, ele defendeu o uso de medicamentos antimaláricos e vermífugos comprovadamente ineficazes para combater a covid-19, usando o subterfúgio da defesa da autonomia dos médicos para administrar os remédios.

Um relatório final puramente político

sexta-feira, 29 de outubro de 2021

PGR vai apagar crimes de Bolsonaro


Fonte:
O Antagonista 
O procurador-geral da República, de olho numa vaguinha no STF, prepara-se acobertar Jair Bolsonaro, jogando no lixo o relatório final da CPI da Covid. 

É o que diz William Waack: “Até aqui Augusto Aras não viu crime cometido por Jair Bolsonaro nas mais de mil páginas produzidas pela CPI, uma convicção que ele foi formando à medida que recebia os materiais da investigação feita pelos senadores (através do Giac, o Gabinete Integrado de Acompanhamento da Epidemia Covid-19, que ele mesmo coordena abrangendo todos os braços do Ministério Público) (…) 

O trabalho da CPI constitui um dos mais devastadores relatos na história brasileira sobre incompetência, ignorância e má-fé por parte de um presidente da República, não importa o que operadores do campo do Direito digam sobre tipificação de crimes. 

Em relação a Bolsonaro, Aras está a caminho de ser lembrado como autor de uma nova doutrina, já apelidada dentro do MPF de Ctrl + T + Del. Seleciona tudo e apaga.” 

William Waack sabe do que está falando. Ele citou auxiliares do próprio PGR, que consideraram “devastador” o relatório da CPI contra o sociopata.

terça-feira, 26 de outubro de 2021

Mais uma pérola presidencial!



Fonte: Ag Brasil
O Facebook tirou do ar a live do presidente Jair Bolsonaro em que ele compartilha a informação sobre uma suposta relação entre as vacinas contra covid-19 e a aids (síndrome da imunodeficiência adquirida). A transmissão foi ao ar, ao vivo, na última quinta-feira (21) e estava disponível para reprodução, como acontece com os conteúdos semelhantes. A remoção do vídeo se estende à conta do presidente no Instagram, rede social que também pertence ao Facebook. 

De acordo com o presidente, a informação se refere a pessoas totalmente vacinadas, ou seja, que tomaram a dose única ou segunda dose da vacina há mais de 15 dias. "Só vou dar a notícia, não vou comentar. Já falei sobre isso no passado, apanhei muito. Vamos lá: 'Relatórios oficiais do governo do Reino Unido sugerem que os totalmente vacinados […] estão desenvolvendo síndrome da imunodeficiência adquirida muito mais rápido do que o previsto'. Recomendo, leiam a matéria, não vou ler aqui porque posso ter problema com a minha live, não quero que caia a live aqui, quero dar informações", afirmou Bolsonaro durante a transmissão do dia 21, sem citar a fonte da matéria. Facebook remove live em que presidente associa vacina de covid à aids

Em nota divulgada no sábado (23), o Comitê de HIV/Aids da Sociedade Brasileira de Infectologia esclareceu que “não se conhece nenhuma relação” entre qualquer vacina contra a covid-19 e o desenvolvimento de aids. “Repudiamos toda e qualquer notícia falsa que circule e faça menção a esta associação inexistente”, diz a nota.

O comitê recomenda ainda que pessoas que vivem com HIV (vírus da imunodeficiência humana)/aids devem ser completamente vacinadas contra covid-19, inclusive com a liberação da dose de reforço (terceira dose) para todos que receberam a segunda dose há mais de 28 dias. Pessoas imunossuprimidas estão recebendo o reforço contra covid-19 nesse intervalo de tempo, conforme prevê o Ministério da Saúde, assim como os idosos e profissionais de saúde que tomaram a vacina há mais de seis meses.

segunda-feira, 25 de outubro de 2021

Sobe gasolina e diesel

Assessoramento e contabilidade terão aumento de 9% nos salários e 9,85% nas demais cláusulas econômicas

Helena avaliou CCT como positiva para categorias!

SEAAC fechou Convenção Coletiva:
O SEAAC de Americana e Região, em negociação conjunta com a FEAAC (Federação dos Empregados de Agentes Autônomos do Comércio do Estado de São Paulo), fechou a Convenção Coletiva das categorias de assessoramento e contabilidade, as maiores da base de representação do Sindicato. Com data-base em 1º de agosto, o reajuste salarial será de 9% para os salários e 9,85% para as demais cláusulas econômicas. A presidenta do SEAAC, Helena Ribeiro da Silva, avaliou a negociação como positiva. “Considerando o momento econômico causado pela Pandemia e pelo desgoverno brasileiro, o aumento salarial que conseguimos é positivo. Além disso, mantivemos todas as demais cláusulas econômicas e sociais que compõem a Convenção Coletiva de Trabalho. É nosso papel lutar para minimizar as dificuldades dos trabalhadores. É isso que fazemos”, comentou.

Com o reajuste de 9,85% nas cláusulas econômicas, os pisos salariais ficam em R$ 1.484,07 e R$ 1.580,74 dependendo da função; o triênio aumenta para R$ 69,76; o reembolso creche sobe para R$ 372,78 por filho, do retorno da licença maternidade até 1 ano de idade e o auxílio-refeição ou alimentação será de R$ 23,62 em tíquetes em número idêntico aos dias trabalhados.

Luciano Domiciano (Assessoria de Imprensa 25 de outubro de 2021)

sexta-feira, 22 de outubro de 2021

Vacina de reforço tem eficácia de 95,6%, diz Pfizer-BioNTech


Fonte: Ag Brasil
Imagem: Geovana Albuquerque
Uma dose de reforço da vacina contra a covid-19 desenvolvida pelo consórcio Pfizer/BioNTech é eficaz em 95,6% dos casos sintomáticos da doença, mostra estudo feito pelos dois laboratórios e publicado hoje (21).

O ensaio clínico de fase 3, realizado em "10 mil pessoas com mais de 16 anos", demonstra "eficácia de 95,6%" e um "perfil de segurança favorável", de acordo com comunicado.

"São os primeiros resultados de eficácia de um ensaio amplo para testar o reforço da vacina contra a covid-19", disseram as duas empresas.

O estudo foi feito no período em que a variante Delta se tornou a principal a circular.

"Esses resultados demonstram, mais uma vez, a utilidade dos reforços para proteger a população contra a doença", afirmou Albert Bourla, diretor-geral da Pfizer, citado no comunicado.

A idade dos participantes ficou em torno dos 53 anos. Os resultados serão submetidos às autoridades de regulação "logo que seja possível", acrescentaram as fontes.

Vários países já autorizaram a administração de uma dose de reforço contra o novo coronavírus para estimular a imunidade das pessoas vacinadas, que costuma baixar ao fim de vários meses, conforme estudos.

quinta-feira, 21 de outubro de 2021

CPI da Pandemia: relatório de Renan Calheiros pede 68 indiciamentos


Fonte: Ag Brasil
Imagem: Edilson Rodrigues/ Ag. Senado
O relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia do Senado, apresentado nesta quarta-feira (20) pelo senador Renan Calheiros (MDB-AL), tem mais 1,1 mil páginas, divididas em 16 capítulos e 29 tipos penais apontados. O texto, que será votado pelo colegiado na próxima terça-feira (26), pede o indiciamento de 66 pessoas e de duas empresas. Uma delas é a Precisa Medicamentos, que intermediou a negociação de um contrato que acabou cancelado pelo Ministério da Saúde para a aquisição de 20 milhões de doses da vacina indiana Covaxin. A outra é a VTClog, contratada pelo Ministério da Saúde para cuidar da logística da distribuição de vacinas e insumos contra a covid-19, que também é suspeita de irregularidades.

Entre os nomes da lista estão o do presidente da República, Jair Bolsonaro, e de quatro ministros: Marcelo Queiroga (Saúde), Onyx Lorenzoni (Trabalho e Previdência), Wagner Rosário (Controladoria-Geral da União) e Walter Braga Netto (Defesa). Constam ainda, entre as sugestões de indiciamento, os ex-ministros Ernesto Araújo (Relações Exteriores) e Eduardo Pazuello (Saúde). Entre os parlamentares, a lista traz os deputados federais Ricardo Barros (PP-PR), líder do governo na Câmara, Osmar Terra (MDB-RS), Carla Zambelli (PSL-SP), Bia Kicis (PSL-DF) e Carlos Jordy (PSL-RJ), além de três filhos do presidente, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), o senador Flávio Bolsonaro (Patriotas-RJ) e o vereador pelo Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (Republicanos).

Também figuram no rol de pedidos de indiciamentos Luciano Hang, Otávio Fakhoury, Carlos Wizard, além da médica Nise Yamaguchi e do virologista Paolo Zanotto, todos nomes apontados como sendo de integrantes de um gabinete paralelo de aconselhamento do presidente na pandemia.
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