quinta-feira, 25 de março de 2021

Lei de Gerson, impossível de ser revogada!

Mais rigidez nas regras para uso de máscaras nos aeroportos e aviões

Governo e Congresso Nacional criam comitê de combate à covid-19

Fonte: Ag. Brasil
Imagem: Marcelo Camargo

O presidente Jair Bolsonaro anunciou ontem (24) a criação de um comitê de coordenação nacional para o combate à pandemia de covid-19. O grupo terá reuniões semanais e será formado pelo chefe do Executivo e os presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco, e da Câmara, Arthur Lira, e outros membros. 

A medida foi decidida em reunião na manhã desta quarta-feira, no Palácio da Alvorada, onde Bolsonaro recebeu, além dos presidentes do Parlamento, o líder do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, o procurador-geral da República, Augusto Aras, governadores, ministros de Estado e representantes de instituições independentes. 

“Mais que harmonia, imperou a solidariedade e a intenção de minimizarmos os efeitos da pandemia. A vida em primeiro lugar”, disse Bolsonaro em pronunciamento à imprensa após a reunião. 

De acordo com o presidente, houve unanimidade entre todos os presentes sobre a necessidade de ampliar a capacidade de produção e aquisição de vacinas para alcançar a imunização em massa da população. Além disso, o presidente também falou sobre a possibilidade de “tratamento precoce”. “Isso fica a cargo do ministro da Saúde [Marcelo Queiroga], que respeita o direito e o dever do medico de tratar off-label os infectados”, disse.

quarta-feira, 24 de março de 2021

Presidente americano defende atuação sindical

Encontradas novas alterações em linhagens da covid-19

Mulheres contrataram mais e demitiram menos em fevereiro

Fonte: AG. Brasil
O mês de fevereiro foi de mulheres mais resilientes do que homens diante da crise no controle de suas pequenas e microempresas. Um levantamento feito pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) mostrou que as empresárias demitiram menos e contrataram mais nesse mês. Além disso, recorreram menos a empréstimos no setor financeiro. 

No mês passado, 9% das empresárias entrevistadas desligaram funcionários; entre os homens, esse número subiu para 12%. Quando o assunto é contratação, 16% das empreendedoras fizeram contratações, contra 13% de empreendedores.

terça-feira, 23 de março de 2021

Dia Nacional de luta - Participe!

 


Guedes: Governo tem obrigação de vacinas informais em 4 meses

Doações de sangue caem 20%

Covid-19: pesquisa revela impactos em 95% dos profissionais de saúde

Fonte: Ag. Brasil
Imagem: itamar Crispim/Fiocruz

A pandemia da covid-19 modificou de modo significativo a vida de 95% dos profissionais da área da saúde que há mais de um ano atuam na linha de frente do combate à doença. Quase 50% admitiram excesso de trabalho ao longo da crise sanitária, com jornadas acima de 40 horas semanais. Os dados são da pesquisa Condições de Trabalho dos Profissionais de Saúde no Contexto da Covid-19, realizada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em todo o território nacional. 

A pesquisa mostrou que 45% precisam ter mais de um emprego para se manter e que 14% da força de trabalho que atua na linha de frente está no limite da exaustão. Conforme a consulta, os profissionais estão esgotados, não só por causa da proximidade com o alto número de casos e de pacientes mortos, inclusive colegas, parentes e amigos, mas também por alterações significativas provocadas pela pandemia em sua vida. 

O levantamento, classificado pela Fiocruz como o mais amplo sobre as condições de trabalho dos profissionais de saúde desde o início da pandemia, analisou o ambiente e a jornada de trabalho, o vínculo com a instituição, a vida do profissional na pré-pandemia e as consequências do atual processo de trabalho, envolvendo aspectos físicos, emocionais e psíquicos desses trabalhadores.

Segundo a coordenadora do estudo, Maria Helena Machado, após um ano de caos sanitário, a pesquisa retrata a realidade dos profissionais que estão na linha de frente, marcados pela dor, sofrimento e tristeza, com fortes sinais de esgotamento físico e mental. “Trabalham em ambientes de forma extenuante, sobrecarregados para compensar o elevado absenteísmo. O medo da contaminação e da morte iminente acompanha seu dia a dia, em gestões marcadas pelo risco de confisco da cidadania do trabalhador, [medo de] perdas dos direitos trabalhistas, terceirizações, desemprego, perda de renda, salários baixos, gastos extras com compras de EPI [equipamentos de proteção individual], transporte alternativo e alimentação."

De acordo com a pesquisa, 43,2% dos profissionais de saúde não se sentem protegidos ao enfrentar a covid-19. Para 23% deles, o principal motivo desse temor está relacionado com a falta, escassez e inadequação do uso de EPIs. Entre esses trabalhadores, 64% destacaram a necessidade de improvisar equipamentos.

O medo generalizado de se contaminar no trabalho foi apontado por 18% dos entrevistados; a falta de estrutura adequada para realização da atividade. por 15%; e fluxos de internação ineficientes, por 12,3%. Além disso, 11,8% citaram o despreparo técnico dos profissionais para atuar na pandemia e 10,4% denunciaram a insensibilidade de gestores para suas necessidades profissionais.

segunda-feira, 22 de março de 2021

Política Nacional de Cuidados

Delírios!

Dia Mundial da Água!


“Ao registrar todas as diferentes formas e também celebrar como a água beneficia nossas vidas, podemos valorizar a água de modo adequado e protegê-la de forma eficaz para todos”. Sem água não há vida! (ONU) 

Devemos nos perguntar o que a água realmente significa - em casa, no trabalho, na escola, na vida.

Covid-19: quando se determina o fim de uma pandemia?

China notificou os primeiros casos de um novo coronavírus à Organização Mundial da Saúde (OMS) no último dia de 2019. Mas a OMS só declarou que estávamos oficialmente numa pandemia há pouco mais de um ano, em 11 de março de 2020. 

A partir dali, a covid-19 se uniu ao grupo de grandes surtos que afetaram a saúde global ao longo do tempo, como a peste negra, a varíola, a gripe de 1918 e, mais recentemente, a aids nos anos 1980 e o H1N1 em 2009. 

Nenhuma dessas doenças hoje representa uma ameaça para a humanidade. Até mesmo uma delas (a varíola) foi completamente erradicada. 

Mas o que deve acontecer para que a covid-19 também entre para a história e não seja mais considerada uma pandemia? A resposta mais direta vem da definição do que constitui uma pandemia. Segundo a Real Academia Espanhola, trata-se de uma "doença epidêmica que se estende a muitos países ou que ataca quase todos os indivíduos de uma localidade ou região". Portanto, infere-se que a covid-19 deixará de ser uma pandemia quando não tiver mais um alcance tão grande como acontece agora. 

Mas quem define esse limite? 

Mesmo se a OMS decidir que a pandemia acabou, será cada um dos países ? ou mesmo os estados ou províncias ? que determinarão quando a emergência de saúde pública terminará e as quarentenas e restrições poderão ser suspensas.

sexta-feira, 19 de março de 2021

Congresso aprova aumento no valor de empréstimo para aposentados do INSS Leia mais em: https://www.diariodolitoral.com.br/sindical-e-previdencia/aprovado-aumento-para-40-da-margem-para-contratar-emprestimo/143642/

O Congresso Nacional aprovou, em duas votações na Câmara e Senado, o aumento na margem do empréstimo consignado para aposentados e pensionistas do INSS. 

O empréstimo, que tem desconto direto na folha de pagamento de benefícios dos segurados, teve aumento de 5% e, agora será de 40% no valor das aposentadorias e pensões, sendo 35% para saque imediato e outros 5% para o cartão de crédito consignado. A validade vai até 31 de janeiro deste ano. 

O aumento foi possível, graças a aprovação da MP- 1006/2020, como forma de gerar renda e movimentar a economia durante à crise na saúde gerada pela pandemia da Covid-19, vírus que tem matado milhares de pessoas no Brasil e infectado com gravidade outros milhões de brasileiros. 

quinta-feira, 18 de março de 2021

Centrais pedem antecipação de feriados

Só a vacina vai resolver, inclusive a economia

284,7 mil mortes!

Governo prorroga prazo para reembolso de shows e pacotes turísticos

Vacinação de idosos de 72 a 74 anos em São Paulo começa na sexta

Imagem: Tânia Rêgo/Ag Brasil

Fonte: Ag. Brasil
O governo de São Paulo anunciou hoje (17) a antecipação da vacinação contra a covid-19 de idosos de 72 a 74 anos. Prevista para ter início na próxima segunda-feira (22), a vacinação dessa faixa etária foi antecipada e vai ocorrer a partir de sexta-feira (19) em todo o estado. 

A expectativa do governo é vacinar cerca de 730 mil pessoas nessa faixa etária. A imunização de idosos de 70 e 71 anos deve começar no dia 29 de março. 

Até este momento, segundo o Vacinômetro, 4.151.960 de doses da vacina contra a covid-19 já foram aplicadas em todo o estado, sendo 1.140.456 delas em segunda dose. 

Pré-cadastro 
Para ser atendido mais rapidamente, o governo recomenda o pré-cadastro no site Vacina Já. O pré-cadastro não é obrigatório, e os cidadãos que não puderem preenchê-lo poderão ser imunizados normalmente, basta informar os dados pessoais no momento da vacinação.
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